“Tive de viajar, para distrair os encantamentos reunidos no cérebro. Sobre o mar, que amava como se fosse lavar-me de uma mancha aviltante, via erguer-se a cruz consoladora. Eu tinha sido amaldiçoado pelo arco-íris. A Felicidade era minha fatalidade, meu remorso, meu verme; minha vida seria sempre demasiadamente imensa para ser dedicada à força e … Continue reading